Durante atendimento a tentativa de homicídio, policiais encontraram drogas, dinheiro e objetos suspeitos no local; um dos presos usava tornozeleira eletrônica e estava fora da rota permitida.
Dois Suspeitos são Presos pela PM após Mulher ser Baleada em Residência em Porto Velho
Durante atendimento a tentativa de homicídio, policiais encontraram drogas, dinheiro e objetos suspeitos no local; um dos presos usava tornozeleira eletrônica e estava fora da rota permitida.
PORTO VELHO, RO – Uma ação rápida do 1º Batalhão da Polícia Militar na noite de domingo (12) resultou na prisão de dois homens após uma tentativa de homicídio que deixou uma mulher baleada em uma residência na zona urbana da capital. Além das prisões, os policiais apreenderam entorpecentes e objetos de procedência duvidosa no local.
A guarnição foi acionada pelo Centro Integrado de Operações Policiais (CIOP) para atender uma ocorrência de disparos de arma de fogo com vítima ferida. No local, os militares encontraram uma mulher com ferimento na perna esquerda, que foi socorrida pelo SAMU e encaminhada ao Hospital João Paulo II.
Investigação no Local Revela Novos Fatos
De acordo com relatos de testemunhas colhidos no local, um grupo de pessoas estava na área da residência quando dois homens em uma motocicleta passaram pelo local, retornaram momentos depois e efetuaram vários disparos, atingindo a mulher antes de fugir.
Durante o atendimento, os policiais realizaram buscas no imóvel e encontraram drogas, dinheiro e diversos objetos suspeitos. Um dos homens presentes no local, que se identificou aos policiais, apresentava comportamento suspeito. Durante revista pessoal, foi constatado que ele usava uma tornozeleira eletrônica.
Tornozeleira Eletrônica e Nova Prisão
Com averiguação posterior, os policiais descobriram que o suspeito, identificado como T. W. N., estava fora da rota permitida pela Justiça. Em seu depoimento, ele afirmou que estava no local para comprar drogas em companhia de sua esposa - justamente a vítima dos disparos.
Diante dos fatos, T. W. N. e outro envolvido, P. X. G., receberam voz de prisão, tiveram seus direitos constitucionais lidos e foram conduzidos à Central de Flagrantes para as providências legais cabíveis.

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