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Deputada Ieda Chaves pede recuperação urgente da RO-370 entre Corumbiara e BR-435

Trecho de 22 quilômetros tem buracos e deformações; obras poderiam usar usina de asfalto de Vilhena para agilizar serviços

A deputada estadual Ieda Chaves (União Brasil) encaminhou ao Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes de Rondônia (DER/RO) um pedido de manutenção emergencial na rodovia RO-370. O ofício, registrado sob o número 3278/2026, solicita a recuperação asfáltica do trecho de 22 quilômetros que conecta o município de Corumbiara à BR-435.

A região fica no Cone Sul do estado e é estratégica para o escoamento da produção rural e para o deslocamento de moradores e motoristas que trafegam diariamente pelo local.

Estrada crítica compromete segurança e economia

A demanda foi apresentada pela parlamentar após contato do vereador Alessandro Ciconello (DC), de Corumbiara, que relatou as péssimas condições da via. De acordo com o diagnóstico, a rodovia apresenta buracos, afundamentos e deformações no asfalto, o que eleva os riscos de acidentes e torna o trânsito perigoso, especialmente para veículos de carga e ônibus.

"Essa estrada é vital para os produtores rurais da região. Sem condições adequadas de tráfego, o prejuízo vai desde o escoamento da safra até o dia a dia das famílias que dependem do transporte escolar e de saúde", destacou a deputada no documento.

Sugestão para agilizar as obras

No ofício enviado ao DER/RO, Ieda Chaves também fez uma sugestão prática para acelerar a recuperação da RO-370. Ela propôs que o órgão aproveite a usina de asfalto já instalada em Vilhena — cidade vizinha à região — para produzir o material necessário e dar celeridade aos serviços.

A medida, segundo a deputada, poderia reduzir custos e tempo de execução, além de minimizar os transtornos enfrentados pela população enquanto a obra não é concluída.

O que acontece agora

O pedido está sob análise do diretor-geral do DER/RO, Eder André Fernandes. Ainda não há prazo definido para o início dos reparos ou para uma resposta oficial ao ofício.

A reportagem entrou em contato com o DER/RO, mas até a publicação desta matéria não houve retorno. O espaço segue aberto para manifestações do órgão.

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