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MPOX EM RONDÔNIA: Governo confirma 4 casos na capital e orienta população sobre sintomas

Secretaria de Saúde reforça que primeiro atendimento deve ser em UBS ou UPA; todos os pacientes estão em isolamento e passam bem.


A população de Porto Velho está em estado de alerta, mas sem motivo para pânico. O governo de Rondônia atualizou, nesta sexta-feira (20), o panorama da Mpox (antiga varíola dos macacos) na capital. Em coletiva de imprensa, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) confirmaram que, dos seis casos suspeitos registrados, quatro testaram positivo para a doença.

Todos os pacientes confirmados são homens, com idades entre 20 e 40 anos, residentes em Porto Velho e sem histórico de viagens recentes. Eles passam bem, estão em isolamento e sendo monitorados no Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron).

O que fazer ao sentir os primeiros sintomas?

Se você apresentar febre, dores no corpo, cansaço ou lesões na pele, a orientação é clara: não corra para o pronto-socorro. O primeiro atendimento deve ser buscado, preferencialmente, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou Unidades de Pronto Atendimento (UPA). Esses locais estão preparados para fazer a triagem correta e evitar a propagação do vírus.

O governador Marcos Rocha destacou a importância de a população seguir as diretrizes oficiais. “Estamos atentos e atuando de forma preventiva e com transparência. A orientação é para que a população procure atendimento médico ao apresentar qualquer sintoma suspeito”, reforçou.

Como é a transmissão da Mpox?

Diferente do que muitos pensam, a Mpox não é uma doença de transmissão aérea como a gripe. O contágio acontece, principalmente, pelo contato físico direto e prolongado com uma pessoa infectada, ou com as lesões de pele causadas pelo vírus.

Por isso, ambientes com aglomeração e contato muito próximo exigem atenção redobrada.

Sintomas que merecem atenção:
Os primeiros sinais da doença podem ser confundidos com uma gripe comum, mas evoluem para lesões na pele. Fique atento a:

  • Febre e mal-estar

  • Dor de cabeça intensa

  • Dores musculares

  • Após alguns dias, surgem erupções ou bolhas na pele.

O cenário em Rondônia e no Brasil

A secretária adjunta da Sesau, Mariana Bragança, tranquilizou a população quanto ao preparo da rede de saúde. “Todos os pacientes confirmados estão sendo acompanhados pelas equipes de saúde, receberam orientações adequadas e permanecem em isolamento. O monitoramento segue em andamento”, afirmou.

Além dos quatro casos positivos, uma suspeita no Hospital Infantil Cosme e Damião foi investigada e descartada para Mpox, sendo diagnosticada como varicela (catapora).

No restante do país, o Ministério da Saúde contabiliza 47 casos de Mpox em 2026, todos com quadros leves ou moderados e nenhum óbito registrado até o momento.

Tratamento e prevenção

Não existe um tratamento específico e milagroso para a Mpox. A recuperação acontece com medidas de suporte, como hidratação, controle da dor e febre, e muito descanso. O segredo para uma boa recuperação está no diagnóstico precoce e no isolamento temporário para evitar passar a doença para familiares e amigos.

Para Saber Mais (Box Informativo - SEO):

  • O que é Mpox: Doença viral transmitida por contato próximo.

  • Onde procurar ajuda: UBS e UPA são a porta de entrada correta.

  • Isolamento: Fundamental para quebrar a cadeia de transmissão.

  • Dados atualizados: Rondônia tem 4 casos ativos; Brasil tem 47 em 2026.

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