Medida foi solicitada pelo MPRO durante audiência de custódia e acolhida pela Justiça; crime ocorreu em sala de aula de faculdade particular em Porto Velho.
A Justiça de Rondônia decretou a prisão preventiva de João Júnior, aluno suspeito de assassinar a professora universitária e escrivã da Polícia Civil Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos. A decisão foi tomada na manhã deste sábado (07/02), durante audiência de custódia, após pedido do Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO).
A magistrada acolheu o argumento do MPRO de que a medida é necessária para garantia da ordem pública, convertendo a prisão em flagrante, ocorrida na sexta-feira (06/02), em preventiva. O MPRO informou que continuará atuando nas investigações "em busca de justiça pela professora".
O crime na sala de aula
O assassinato ocorreu na noite de sexta-feira (06/02), dentro de uma sala de aula de uma faculdade particular na capital Porto Velho. Segundo as investigações iniciais, a professora Juliana Santiago, que lecionava direito, foi vítima de golpes de faca desferidos pelo aluno João Júnior.
Juliana Mattos acumulava a função de docente com a de escrivã da Polícia Civil de Rondônia. O crime chocou a comunidade acadêmica e policial do estado, gerando comoção e revolta.
Próximos passos
Com a prisão preventiva decretada, o suspeito permanecerá custodiado enquanto o MPRO prossegue com o trabalho de coleta de provas e elaboração da denúncia. O caso segue sob sigilo judicial, e novas informações devem ser divulgadas oficialmente pelas autoridades competentes.
A violência em ambiente educacional reacende o debate sobre segurança em instituições de ensino e medidas de proteção a profissionais da educação. A expectativa é que o andamento processual traga esclarecimentos sobre os motivos e todas as circunstâncias do

0 Comentários