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Operação Madeira-Mamoré apreende 9 kg de maconha em Guajará-Mirim após casal fugir de abordagem

 Ação integrada de Polícia Federal, BPFRON e Força Nacional interceptou droga em porto clandestino na fronteira com a Bolívia. Casal em moto fugiu jogando caixa com entorpecente contra viatura.

Uma ação integrada de forças de segurança pública resultou na apreensão de 8,9 quilos de maconha durante a Operação Madeira-Mamoré, realizada nesta segunda-feira (17) em Guajará-Mirim, cidade fronteiriça de Rondônia com a Bolívia. O caso ocorreu quando um casal em uma motocicleta fugiu de abordagem policial, arremessando uma caixa com a droga contra a viatura.

A operação contou com a participação conjunta da Polícia Federal, Força Nacional, CCPI Amazônia, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar de Rondônia, por meio do Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas (BPFRON). O objetivo é combater crimes transfronteiriços na região de divisa com a Bolívia.

Fuga em motocicleta e droga abandonada

De acordo com o relatório policial, por volta das 15h40, uma guarnição do BPFRON avistou o casal em uma moto Titan vermelha saindo do porto conhecido como "Pérola". A passageira carregava uma caixa de papelão e, ao perceber a presença policial, reagiu de forma abrupta.

"Ela arremessou o objeto contra a viatura policial e, em seguida, o casal fugiu em alta velocidade, tomando rumo desconhecido", registrou o documento.

Dentro da caixa abandonada, os policiais encontraram nove invólucros contendo maconha, totalizando 8,900 kg da substância entorpecente.

Combate ao tráfico na fronteira

O material foi devidamente apreendido e encaminhado para a Delegacia da Polícia Federal em Guajará-Mirim, onde o caso foi registrado e segue em investigação para identificação e captura dos envolvidos.

A Operação Madeira-Mamoré representa parte do esforço contínuo das forças de segurança para intensificar o enfrentamento ao tráfico de drogas e outros crimes na faixa de fronteira. A estratégia inclui o monitoramento reforçado de portos clandestinos e rotas utilizadas por organizações criminosas que atuam na região

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