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MPRO consegue condenação de 20 anos de prisão por estupro de criança de 6 anos em Cujubim

Homem de 67 anos usava doces e reputação religiosa para atrair vítima; caso alerta para perigo de criminosos que se passam por confiáveis.

Homem é condenado a 20 anos de prisão por estupro de criança de 6 anos em Rondônia

O Ministério Público de Rondônia (MPRO) obteve nesta quarta-feira (5) a condenação de um homem de 67 anos a 20 anos de reclusão pelo crime de estupro de vulnerável contra uma criança de 6 anos, em Cujubim. O réu utilizava doces e presentes para atrair a vítima até sua residência, onde cometia os abusos.

De acordo com as investigações, o acusado frequentava regularmente a casa da família e conquistava a confiança dos responsáveis levando presentes como bombons, chocolates, bolachas e frutas para a menina. Vizinho da família, ele também tinha livre acesso ao lar por ser considerado uma pessoa religiosa, que frequentava cultos e recitava versículos bíblicos durante as visitas.

A promotora de Justiça Lucilla Soares Zanella, que atuou no caso, explicou que esta é uma estratégia comum nesse tipo de crime. "O criminoso se apresenta como pessoa confiável e acima de qualquer suspeita. Esses agressores geralmente são pessoas próximas da família, que conquistam a confiança dos responsáveis por meio de gestos aparentemente bondosos", alertou a representante do MPRO.

O crime

No dia do último abuso, a criança aguardava sua irmã chegar em frente à residência quando o réu começou a oferecer doces, induzindo-a a se aproximar. Ele a chamou para entrar em sua casa e a levou para o quarto, onde cometeu o crime.

Após o ocorrido, a criança correu para casa e contou tudo à mãe, que constatou sangramento e imediatamente levou a filha para atendimento hospitalar.

Alerta importante

O caso serve como alerta para que famílias fiquem atentas mesmo com pessoas consideradas confiáveis. "Eles se aproveitam dessa proximidade e confiança para ter acesso facilitado às crianças", reforçou a promotora Lucilla Zanella.

A atuação do MPRO buscou garantir a proteção integral da criança, direito previsto na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente, assegurando a responsabilização do agressor e a defesa dos direitos fundamentais das vítimas.

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