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Fim da Taxa da Bagagem de Mão: Câmara Pode Proibir Cobrança em Voos Nacionais

Proposta que proíbe cobrança por bagagem de mão em aviões está na pauta de votação da Câmara, junto com projetos sobre programas de milhas e segurança contra golpes telefônicos.





Os passageiros de voos comerciais no Brasil podem em breve contar com um alívio no bolso. A Câmara dos Deputados pode votar nesta quarta-feira (22) um projeto de lei que proíbe as companhias aéreas de cobrar pela bagagem de mão. A proposta, que tramita em regime de urgência, está entre os cinco itens prioritários da pauta da sessão plenária.

Apresentado pelo deputado Da Vitoria (PP-ES), o PL 5041/25 visa acabar com a cobrança adicional pelo transporte de mala de mão, um custo que tem pesado no orçamento de muitos brasileiros. Se aprovada, a medida valerá para voos domésticos e internacionais operados por empresas brasileiras.

Outros Projetos em Pauta

Além do fim da taxa da bagagem de mão, os deputados devem analisar outras propostas relevantes:

  1. Regulamentação de Programas de Milhagem (PL 2767/23): O projeto estabelece regras claras para programas de milhas aéreas, incluindo prazos de validade dos pontos, transparência nas cobranças e a proibição da venda de milhas por terceiros.

  2. Combate a Golpes por Telefone (PL 352/25): A proposta exige maior segurança na identificação de chamadas e na ativação de chips de celular, com o objetivo de reduzir fraudes e golpes aplicados por telefone.

  3. Uso de Imóveis Apreendidos em Favelas (PL 2056/25): O texto prevê que imóveis de origem ilícita localizados em comunidades sejam destinados a projetos sociais, culturais e esportivos.

  4. Regulamentação de Ações no STF (PL 3640/23): Os deputados também analisarão recurso para votar a regulamentação de processos judiciais no Supremo Tribunal Federal.

Próximos Passos

Caso o projeto que proíbe a cobrança da bagagem de mão seja aprovado pela Câmara, seguirá para análise do Senado Federal antes de ser sancionado. A sessão plenária está marcada para as 13h55.

A proposta tem gerado debates entre parlamentares, usuários e empresas do setor aéreo, que argumentam sobre os impactos financeiros da medida. Para os passageiros, a aprovação pode significar mais transparência e economia na hora de viajar.

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