Evento organizado pela UNIR reúne 710 inscritos e 263 trabalhos acadêmicos. MPRO destacou impacto da formação na atuação institucional.
(Porto Velho, RO) – Com um recorde de 710 inscritos, foi aberto na noite desta segunda-feira (17/11) o VI Congresso Internacional DHJUS (Direitos Humanos e Desenvolvimento da Justiça), no auditório do Tribunal de Justiça de Rondônia. O evento, organizado pela Universidade Federal de Rondônia (UNIR), conta com a parceria do Ministério Público de Rondônia (MPRO), Ministério Público do Trabalho (MPT), Escola da Magistratura (Emeron) e Defensoria Pública do Estado (DPE).
Formação Acadêmica Como Transformação
Representando o Procurador-Geral de Justiça, Alexandre Jésus de Queiroz Santiago, a promotora Flávia Barboza Shimizu Mazzini destacou o impacto do Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos da UNIR na atuação do MPRO. Ex-aluna do programa, ela descreveu a experiência como transformadora.
"O mestrado ampliou meu modo de pensar e minha atuação. A formação ajudou a entender melhor os problemas sociais e a responder às demandas do Ministério Público", afirmou a promotora, que atua como chefe de Gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça.
Ela ressaltou que outros membros e servidores do MPRO também estudam no programa e aplicam o conhecimento diretamente em projetos institucionais que beneficiam a população.
Perfil dos Participantes e Programação
O congresso apresenta números expressivos nesta edição:
710 inscritos, sendo 392 estudantes de graduação
156 pós-graduandos, 95 profissionais e 67 docentes
263 trabalhos acadêmicos aprovados após análise criteriosa
A programação de três dias (17 a 19 de novembro) inclui 38 atividades entre colóquios, conferências, grupos de trabalho, painéis e seminários internacionais. Os temas abordados incluem:
Governança e acesso à justiça
Conflitos ambientais na Amazônia
Justiça de gênero e políticas públicas
Tecnologia e segurança pública
Compromisso Institucional com os Direitos Humanos
A participação do MPRO no evento reforça o compromisso da instituição com ações baseadas em conhecimento científico e na proteção dos direitos fundamentais. O congresso serve como espaço para troca de experiências e desenvolvimento de soluções práticas para os desafios regionais.
O evento representa uma importante iniciativa de integração entre academia e instituições de justiça, promovendo debates qualificados sobre temas essenciais para o desenvolvimento da Amazônia.

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