Magistrados, servidores, operadores do Direito e cidadãos podem contribuir até 23 de novembro com avaliação anônima sobre transformação digital do Judiciário brasileiro.
BRASÍLIA – O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), prorrogou até 23 de novembro o prazo para participação na pesquisa nacional que avalia o Programa Justiça 4.0. A iniciativa busca ouvir magistrados, servidores, operadores do Direito e cidadãos sobre os serviços e soluções desenvolvidas pelo programa desde 2020.
A pesquisa, que pode ser respondida em poucos minutos, tem caráter anônimo e confidencial. Seus resultados vão subsidiar um relatório com recomendações para aprimorar o portal Jus.br – principal porta de entrada para os serviços do Poder Judiciário – e aumentar a eficiência e integração dos serviços digitais.
Pesquisa Específica para Profissionais de TI
Além da consulta geral ao público, o CNJ realizou uma etapa complementar direcionada especificamente às equipes de Tecnologia da Informação dos tribunais. Esse questionário técnico buscou identificar oportunidades de inovação e aperfeiçoamento da infraestrutura tecnológica do portal Jus.br e de outros serviços digitais do Judiciário.
Avaliação de Meio-Termo do Programa
A pesquisa integra as atividades da Avaliação de Meio-Termo do Programa Justiça 4.0, que analisa a implementação e os resultados da iniciativa desde sua criação. O estudo, conduzido pelo Instituto Publix de forma independente, utiliza metodologia que inclui ainda entrevistas qualitativas, análise documental, painéis com especialistas e oficinas com profissionais.
O Programa Justiça 4.0 é resultado de um acordo de cooperação entre CNJ e Pnud, com apoio do Conselho da Justiça Federal (CJF), Superior Tribunal de Justiça (STJ), Tribunal Superior do Trabalho (TST), Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Seu objetivo é desenvolver soluções tecnológicas para tornar os serviços da Justiça brasileira mais eficientes, acessíveis à população e otimizar a gestão processual para todos os atores do sistema de justiça.

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